Daí assisto minha sobrinha, linda de dar gosto encontrando seu jeito de viver sem a mãe.
E, claro, encontrando um jeito de viver com a mãe, representada nas fotos, na casa, na pessoa grande que ela vai virar daqui a bem pouco.
Tenho certeza, de que se fosse o contrário, eu lá, Mel aqui, ela estaria assim olhando para minha filha, como se vigiasse os seus passos, nessa rua que a mãe abriu.